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Nós nos fundamentamos essencialmente no relacionamento profissional, trazendo mais proximidade e interação entre marca e público-alvo

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As abordagens do marketing com as quais nos deparamos cotidianamente ultrapassam o limite considerado respeitoso, não?

A forma com que as marcas tem se apresentado, ou até invadido a privacidade das pessoas não te parece um abuso?

Não nos sentimos muitas vezes interpelados agressivamente pelas manobras marqueteiras desempenhadas por empresas consideradas sérias, ao ter nossas caixas de e-mail invadidas?

Quem já não se sentiu aviltado por anúncios grosseiros enquanto navegava na internet, fazendo uma busca, lendo um artigo ou assistindo a um vídeo?

Sim. Não há dúvida que as novas técnicas de abordagem digital tem trazido um incômodo muito grande.

Tornou-se regra a busca frenética por audiência, sem consideração alguma pelos meios.

Perdeu-se a ética de um relacionamento fundamentado no respeito e na troca de experiências.

Essa abordagem esquálida desgasta em pouco tempo a relação entre a marca e audiência – fato perigoso, pois o efeito será o oposto do pretendido.

É extremamente necessário pensarmos uma nova forma de conquista de audiência na internet.

E não se trata do não incentivo ao marketing.

Trata-se de um modo de fazer que cativa, e não invade.

Ao contrário: a internet é o local mais apropriado de mostrar-se para seu público ou persona. Mas é urgente que uma ressignificação da abordagem de marketing.

Não podemos nos esquecer que, ao mesmo tempo que a internet e as técnicas de comunicação facilitaram a exposição e a abordagem comercial, os efeitos sobre uma determinada audiência pode gerar reações bastante adversas.

Um exemplo é a facilidade com que todas e cada uma das pessoas podem propagar livremente quaisquer opiniões em várias plataformas de acesso de milhares, milhões ou, agora, bilhões de pessoas.

É algo extraordinário e único na história, essa realidade.

E os empresários ou consultores de marketing que não remodelarem suas estratégias estarão vulneráveis ao desagrado do grande público.

O que a Agência Bricolage Digital propõe é enaltecer, acima de todas as regras éticas, o relacionamento com o cliente.

Escolhemos um modelo de atuação mais humanizado, em que a pessoa com a qual vamos nos comunicar será levada em consideração máxima.

Esqueça as abordagem intrusivas, invasivas, irritantes, desrespeitosas ou qualquer predicativo negativo que possa vir à sua mente.

Pense em seu cliente. Um homem, mulher, jovem, criança, de tal ou qual classe social, que trabalha, estuda, aprende, ensina, gosta, desgosta, sonha, busca, tenta, tem esperança, enfim: uma pessoa, em sua completude.

Esta pessoa tem necessidades, medos, ansiedades, sonhos, vontades, desejos.

Você é útil para ela. Você tem o que oferecer, e deve fazê-lo.

Mas, antes de mais nada, estabeleça uma conexão com esta pessoa.

Busque uma abordagem que traz soluções para seus problemas, respostas para suas perguntas, uma conversa para seus momentos sós, crie-lhe um sonho, se for o caso.

Seja o que essa pessoa quer ou precisa.

Em algum ponto deste relacionamento, não interessa se hoje ou amanhã, você vai conquistar a confiança desta pessoa, e ela vai optar pelo que você lhe propõe.

E dirá a seu amigo: já são dois. E depois. . .

Você tem oferta para tanta demanda?

Seja Bricolage Digital

Grande abraço

Salomão Braga