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Alguma vez você já esteve em algum restaurante ou lanchonete e contou quantos clientes estavam bebendo Coca-Cola?

Ou, será que você é como a maioria que, sempre que vai comprar um refrigerante, a Coca-Cola é sempre a primeira opção.  É ou não, uma realidade?

É quase inevitável. A Coca-Cola conseguiu criar uma fantasia em torno de sua marca.

Foram anos e anos passando diante de nossos olhos a imagem e o conceito que a empresa queria criar.

Não necessariamente do que realmente é.

A Coca-Cola não te vende um refrigerante, e sim uma ideia, ou ainda, uma ideologia.

Isso é conquistado com uma estrutura de marketing muito elaborado e totalmente funcional, com todas as engrenagens muito bem posicionadas.

O marketing trabalha com os anseios, imaginações, fantasias das pessoas.

Se você analisar o caso da Nike, vai entender perfeitamente o que quero dizer.

É um modelo de marketing que funciona.  É de “tirar o chapéu”, a criatividade e engenhosidade que utilizam em suas estratégias.

Olha só o slogan mágico que eles criaram – simples, curto, mas com um conteúdo gigante: “just do it.

Demais, não é mesmo.?

E não para por aí.  Vale a pena dispender um pouquinho de energia para entender essa ideia, e ver como isso foi posto em prática no caso da Nike.

O seu site também dá essa ideia, que estamos falando, da criação de um sonho, de um imaginário em torno da marca.

Veja as frases de efeito que utilizam, e analise se não tenho razão.

“Inspirada na brasileiragem”, “Transformando sonho em realidade”, “Nascidos para o desafio”, “Ascenção de um gigante”…

É de deixar qualquer um querendo entrar nesse time, não é verdade?

E também, o fato de eu ser inteligente, e fazer todas as contas e escolher o melhor, e querer deixar minha família protegida e feliz, faz com que eu use Tigre!

Ou se eu sou um profissional sério, tenho ferramentas Bosch…

Isso é trabalhar o imaginário.

E um fato curioso é que o marketing se mostra muito sensitivo, e a dosagem correta de exibição é extremamente importante, para conseguir-se os resultados almejados.

E, no emaranhado em que nos vemos pelo altíssimo nível de exposição a que estamos sujeitos atualmente, são essenciais o bom senso e o timing certo na hora de fazer marketing.

Quem não já se sentiu irritado com tantas propagandas, anúncios e sugestões, como os irritantes pop-ups que encontramos em vários sites!

Um verdadeiro incômodo.

Por essa razão, na hora de escolher o profissional a quem você vai destinar essa importante tarefa em sua empresa, ou a agência que vai representar sua empresa, lembre-se disso.

Não se conquista nada além de repulsa ao invadir a privacidade de sua audiência, e atormentá-la com anúncios incessantes e de mau gosto.

Os detalhes são cruciais para a boa atuação em marketing, e especialmente agora, em que somos realmente interpelados a cada momento com propostas absurdas e mirabolantes, por vezes.

A internet, como maior força expressiva neste quesito, deve ser muito bem compreendida, ao ser utilizada.

É realidade que é onde todos os profissionais devem estar, e que é impossível um bom marketing sem a utilização da internet e das redes sociais.

Mas, desde o design do site e dos perfis profissionais até seus sistemas de marketing, o que deve ser mostrado a seus clientes é bom gosto e respeito, além de um produto ou serviço de alta qualidade.

E, não nos esqueçamos da fantasia.

Apareça para quem quer e pode te ver!

Não se vê anúncios da Louis Vuitton em cada esquina (ou site), certo?

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Salomão Braga